Tenho andando ausente deste mundo eu sei. A minha veia criativa para escrever não tem andado muito minha amiga nem eu tenho andado com muita paciência para tal. E eu sei o quanto isso me faz mal. Enfim.
Nos últimos meses tenho andando com uma enorme vontade de desenhar, sinal que o meu lado artístico ainda não me abandonou, e porque a tamanha frustração com que fico quando imagino algo e ao desenha-lo não sai como eu queria, tenho recorrido a ver imagens de personagens dos meus filmes ou séries preferidas e reproduzi-las, dando o meu toque pessoal e durante umas horas esquecer tudo o que me rodeia e ter só consciência de ter um lápis na mão e desenhar. Estas imagens são o resultado destes momentos de pura abstracção e leveza.
Severus Snape, Harry Potter
Ron Weasley, Harry Potter. Este desenho foi uma prenda de anos para uma enorme fã desta personagem.
Jon Snow, Game of Thrones. Estou bastante orgulhosa deste desenho. acho que é dos primeiros que faço e saiu realmente como eu queria.
Estes são desenhos que saíram da minha própria mente.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Called out in the Dark
"Called out in the Dark" by Snow Patrol
"We are listening
And we're not blind
This is your life
This is your time"
quarta-feira, 27 de julho de 2011
To Be
Aqui estou eu, de volta ao meu ser. Pelo menos penso que sim, e se não vou tentar estar. Estes meses foram impossíveis. Cada vez mais trabalhos, cada vez mais testes, cada vez mais stress, cada vez mais problemas, cada vez mais cansaço. E depois exames. óptima esta vida de estudante. sem dúvida. Nunca estive tão esgotada, tão longe de mim, tão agarrada à rotina, sem tempo nem paciência para me libertar e fazer o que gosto. Os únicos pontos altos foram escapar com a leitura e a música e aqueles pequenos momentos passados com os amigos. Um turbilhão de emoções que nunca pensei que viessem a existir em mim surgiram, uma tempestade de pensamentos rodeou-me e por mais que quisesse não me conseguia libertar. A mente humana é bastante interessante se virmos bem. Nunca pára, nunca se apaga, nunca nos deixa agir livremente porque está sempre a controlar cada momento, cada acção. Mas nunca conseguiríamos viver sem ela, não éramos nós, não passávamos de emoções dentro de um corpo mortal, dentro de uma concha. O que poderei dizer mais? Passei meses a não parecer eu, sem imaginação, sem a minha escrita. Mas finalmente libertei-me disto tudo. quer dizer ao menos tentei. Fui ao Super Bock Super Rock no dia de Arcade Fire e Portishead, e mais uma vez posso dizer que a música me libertou, me lembrou o meu ser. não vou falar dos concertos porque não consigo. Foi algo tão especial, tão surreal que só mesmo estando lá a sentir é que se percebe. só sei que fiquei esgotada fisica e emocionalmente mas senti-me tão bem a libertar tudo em cada grito, em cada aplauso, em cada nota dada, em cada música que me descreve ou que me diz algo. Foram umas das melhores horas da minha vida.
E nunca pensei sentir falta do mar até estar junto dele, a sentir o cheiro, a ouvir as ondas, a sentir o vento a levar cada momento de tensão e sentir-me finalmente livre. É maravilhoso o poder que a natureza tem. E não me canso de dizer isto ou o pensar, pois penso sempre o mesmo todos os meses quando olho para o céu em dia de lua cheia. A subtil beleza que se vê e que nunca se conseguirá igualar. E a vontade de fugir para lá, de fugir desta realidade e cair num mundo de fantasia, onde tudo o que sonhamos apareça, onde o místico se pode tornar o real, cresce estrondosamente.
A quantidade de pensamentos, e a confusão que aqui se instalou! Mas não me preocupo, nunca fui nem serei a normal organização. Vou mas é aproveitar as horas de férias que me foram dadas.
E nunca pensei sentir falta do mar até estar junto dele, a sentir o cheiro, a ouvir as ondas, a sentir o vento a levar cada momento de tensão e sentir-me finalmente livre. É maravilhoso o poder que a natureza tem. E não me canso de dizer isto ou o pensar, pois penso sempre o mesmo todos os meses quando olho para o céu em dia de lua cheia. A subtil beleza que se vê e que nunca se conseguirá igualar. E a vontade de fugir para lá, de fugir desta realidade e cair num mundo de fantasia, onde tudo o que sonhamos apareça, onde o místico se pode tornar o real, cresce estrondosamente.
A quantidade de pensamentos, e a confusão que aqui se instalou! Mas não me preocupo, nunca fui nem serei a normal organização. Vou mas é aproveitar as horas de férias que me foram dadas.
sábado, 23 de julho de 2011
R.I.P. Amy Winehouse
Aconteceu outra vez: mais um jovem promissor no mundo da música desapareceu.
A voz que tanto nos encantou e arrepiou, a voz que nos trouxe novas experiências e nos acompanhou em determinado momento das nossas vidas. Uma grande artista que fez escolhas erradas como muitos outros mas que apesar disso, tentou sair do abismo e foi muitas vezes injustiça-da por um mundo que se esquece que também não é perfeito e que a qualquer momento se pode encontrar na mesma situação em que ela se encontrava. Ninguém lhe tira aquela voz, aquelas letras cheias de emoção e o carinho que conquistou dos seus fãs. Um obrigado para ela por nos ter trazido a sua música e a sua voz, e por nos ter mostrado, que mesmo sendo uma estrela, continua a ser humana e a ter cada um desses defeitos que nos caracteriza.
Farewell Amy.
A voz que tanto nos encantou e arrepiou, a voz que nos trouxe novas experiências e nos acompanhou em determinado momento das nossas vidas. Uma grande artista que fez escolhas erradas como muitos outros mas que apesar disso, tentou sair do abismo e foi muitas vezes injustiça-da por um mundo que se esquece que também não é perfeito e que a qualquer momento se pode encontrar na mesma situação em que ela se encontrava. Ninguém lhe tira aquela voz, aquelas letras cheias de emoção e o carinho que conquistou dos seus fãs. Um obrigado para ela por nos ter trazido a sua música e a sua voz, e por nos ter mostrado, que mesmo sendo uma estrela, continua a ser humana e a ter cada um desses defeitos que nos caracteriza.
Farewell Amy.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
A Melhor Maneira de Viajar
"Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.
Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora.
Mais análogo serei a Deus, seja ele quem for,
Porque, seja ele quem for, com certeza que é Tudo,
E fora d'Ele há só Ele, e Tudo para Ele é pouco.
Cada alma é uma escada para Deus,
Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
Para Deus e em Deus com um sussurro soturno.
Sursum corda! Erguei as almas! Toda a Matéria é Espírito,
Porque Matéria e Espírito são apenas nomes confusos
Dados à grande sombra que ensopa o Exterior em sonho
E funde em Noite e Mistério o Universo Excessivo!
Sursum corda! Na noite acordo, o silêncio é grande,
As coisas, de braços cruzados sobre o peito, reparam
Com uma tristeza nobre para os meus olhos abertos
Que as vê como vagos vultos noturnos na noite negra.
Sursum corda! Acordo na noite e sinto-me diverso.
Todo o Mundo com a sua forma visível do costume
Jaz no fundo dum poço e faz um ruído confuso,
Escuto-o, e no meu coração um grande pasmo soluça.
Sursum corda! ó Terra, jardim suspenso, berço
Que embala a Alma dispersa da humanidade sucessiva!
Mãe verde e florida todos os anos recente,
Todos os anos vernal, estival, outonal, hiemal,
Todos os anos celebrando às mancheias as festas de Adónis
Num rito anterior a todas as significações,
Num grande culto em tumulto pelas montanhas e os vales!
Grande coração pulsando no peito nu dos vulcões,
Grande voz acordando em cataratas e mares,
Grande bacante ébria do Movimento e da Mudança,
Em cio de vegetação e florescência rompendo
Teu próprio corpo de terra e rochas, teu corpo submisso
A tua própria vontade transtornadora e eterna!
Mãe carinhosa e unânime dos ventos, dos mares, dos prados,
Vertiginosa mãe dos vendavais e ciclones,
Mãe caprichosa que faz vegetar e secar,
Que perturba as próprias estações e confunde
Num beijo imaterial os sóis e as chuvas e os ventos!
Sursum corda! Reparo para ti e todo eu sou um hino!
Tudo em mim como um satélite da tua dinâmica intima
Volteia serpenteando, ficando como um anel
Nevoento, de sensações reminescidas e vagas,
Em torno ao teu vulto interno, túrgido e fervoroso.
Ocupa de toda a tua força e de todo o teu poder quente
Meu coração a ti aberto!
Como uma espada traspassando meu ser erguido e extático,
Intersecciona com meu sangue, com a minha pele e os meus nervos,
Teu movimento contínuo, contíguo a ti própria sempre,
Sou um monte confuso de forças cheias de infinito
Tendendo em todas as direcções para todos os lados do espaço,
A Vida, essa coisa enorme, é que prende tudo e tudo une
E faz com que todas as forças que raivam dentro de mim
Não passem de mim, nem quebrem meu ser, não partam meu corpo,
Não me arremessem, como uma bomba de Espírito que estoira
Em sangue e carne e alma espiritualizados para entre as estrelas,
Para além dos sóis de outros sistemas e dos astros remotos.
Tudo o que há dentro de mim tende a voltar a ser tudo.
Tudo o que há dentro de mim tende a despejar-me no chão,
No vasto chão supremo que não está em cima nem em baixo
Mas sob as estrelas e os sóis, sob as almas e os corpos
Por uma oblíqua posse dos nossos sentidos intelectuais.
Sou uma chama ascendendo, mas ascendo para baixo e para cima,
Ascendo para todos os lados ao mesmo tempo, sou um globo
De chamas explosivas buscando Deus e queimando
A crosta dos meus sentidos, o muro da minha lógica,
A minha inteligência limitadora e gelada.
Sou uma grande máquina movida por grandes correias
De que só vejo a parte que pega nos meus tambores,
O resto vai para além dos astros, passa para além dos sóis,
E nunca parece chegar ao tambor donde parte...
Meu corpo é um centro dum volante estupendo e infinito
Em marcha sempre vertiginosamente em torno de si,
Cruzando-se em todas as dirceções com outros volantes,
Que se entrepenetram e misturam, porque isto não é no espaço
Mas não sei onde espacial de uma outra maneira-Deus.
Dentro de mim estão presos e atados ao chão
Todos os movimentos que compõem o universo,
A fúria minuciosa e dos átomos,
A fúria de todas as chamas, a raiva de todos os ventos,
A espuma furiosa de todos os rios, que se precipitam,
A chuva com pedras atiradas de catapultas
De enormes exércitos de anões escondidos no céu.
Sou um formidável dinamismo obrigado ao equilíbrio
De estar dentro do meu corpo, de não transbordar da minh'alma.
Ruge, estoira, vence, quebra, estrondeia, sacode,
Freme, treme, espuma, venta, viola, explode,
Perde-te, transcende-te, circunda-te, vive-te, rompe e foge,
Sê com todo o meu corpo todo o universo e a vida,
Arde com todo o meu ser todos os lumes e luzes,
Risca com toda a minha alma todos os relâmpagos e fogos,
Sobrevive-me em minha vida em todas as direcções!"" "
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.
Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora.
Mais análogo serei a Deus, seja ele quem for,
Porque, seja ele quem for, com certeza que é Tudo,
E fora d'Ele há só Ele, e Tudo para Ele é pouco.
Cada alma é uma escada para Deus,
Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
Para Deus e em Deus com um sussurro soturno.
Sursum corda! Erguei as almas! Toda a Matéria é Espírito,
Porque Matéria e Espírito são apenas nomes confusos
Dados à grande sombra que ensopa o Exterior em sonho
E funde em Noite e Mistério o Universo Excessivo!
Sursum corda! Na noite acordo, o silêncio é grande,
As coisas, de braços cruzados sobre o peito, reparam
Com uma tristeza nobre para os meus olhos abertos
Que as vê como vagos vultos noturnos na noite negra.
Sursum corda! Acordo na noite e sinto-me diverso.
Todo o Mundo com a sua forma visível do costume
Jaz no fundo dum poço e faz um ruído confuso,
Escuto-o, e no meu coração um grande pasmo soluça.
Sursum corda! ó Terra, jardim suspenso, berço
Que embala a Alma dispersa da humanidade sucessiva!
Mãe verde e florida todos os anos recente,
Todos os anos vernal, estival, outonal, hiemal,
Todos os anos celebrando às mancheias as festas de Adónis
Num rito anterior a todas as significações,
Num grande culto em tumulto pelas montanhas e os vales!
Grande coração pulsando no peito nu dos vulcões,
Grande voz acordando em cataratas e mares,
Grande bacante ébria do Movimento e da Mudança,
Em cio de vegetação e florescência rompendo
Teu próprio corpo de terra e rochas, teu corpo submisso
A tua própria vontade transtornadora e eterna!
Mãe carinhosa e unânime dos ventos, dos mares, dos prados,
Vertiginosa mãe dos vendavais e ciclones,
Mãe caprichosa que faz vegetar e secar,
Que perturba as próprias estações e confunde
Num beijo imaterial os sóis e as chuvas e os ventos!
Sursum corda! Reparo para ti e todo eu sou um hino!
Tudo em mim como um satélite da tua dinâmica intima
Volteia serpenteando, ficando como um anel
Nevoento, de sensações reminescidas e vagas,
Em torno ao teu vulto interno, túrgido e fervoroso.
Ocupa de toda a tua força e de todo o teu poder quente
Meu coração a ti aberto!
Como uma espada traspassando meu ser erguido e extático,
Intersecciona com meu sangue, com a minha pele e os meus nervos,
Teu movimento contínuo, contíguo a ti própria sempre,
Sou um monte confuso de forças cheias de infinito
Tendendo em todas as direcções para todos os lados do espaço,
A Vida, essa coisa enorme, é que prende tudo e tudo une
E faz com que todas as forças que raivam dentro de mim
Não passem de mim, nem quebrem meu ser, não partam meu corpo,
Não me arremessem, como uma bomba de Espírito que estoira
Em sangue e carne e alma espiritualizados para entre as estrelas,
Para além dos sóis de outros sistemas e dos astros remotos.
Tudo o que há dentro de mim tende a voltar a ser tudo.
Tudo o que há dentro de mim tende a despejar-me no chão,
No vasto chão supremo que não está em cima nem em baixo
Mas sob as estrelas e os sóis, sob as almas e os corpos
Por uma oblíqua posse dos nossos sentidos intelectuais.
Sou uma chama ascendendo, mas ascendo para baixo e para cima,
Ascendo para todos os lados ao mesmo tempo, sou um globo
De chamas explosivas buscando Deus e queimando
A crosta dos meus sentidos, o muro da minha lógica,
A minha inteligência limitadora e gelada.
Sou uma grande máquina movida por grandes correias
De que só vejo a parte que pega nos meus tambores,
O resto vai para além dos astros, passa para além dos sóis,
E nunca parece chegar ao tambor donde parte...
Meu corpo é um centro dum volante estupendo e infinito
Em marcha sempre vertiginosamente em torno de si,
Cruzando-se em todas as dirceções com outros volantes,
Que se entrepenetram e misturam, porque isto não é no espaço
Mas não sei onde espacial de uma outra maneira-Deus.
Dentro de mim estão presos e atados ao chão
Todos os movimentos que compõem o universo,
A fúria minuciosa e dos átomos,
A fúria de todas as chamas, a raiva de todos os ventos,
A espuma furiosa de todos os rios, que se precipitam,
A chuva com pedras atiradas de catapultas
De enormes exércitos de anões escondidos no céu.
Sou um formidável dinamismo obrigado ao equilíbrio
De estar dentro do meu corpo, de não transbordar da minh'alma.
Ruge, estoira, vence, quebra, estrondeia, sacode,
Freme, treme, espuma, venta, viola, explode,
Perde-te, transcende-te, circunda-te, vive-te, rompe e foge,
Sê com todo o meu corpo todo o universo e a vida,
Arde com todo o meu ser todos os lumes e luzes,
Risca com toda a minha alma todos os relâmpagos e fogos,
Sobrevive-me em minha vida em todas as direcções!"" "
Álvaro de Campos.
Uma tamanha genialidade, Fernando Pessoa nos apresenta. Uma tamanha imaginação, uma tamanha realidade, uma tamanha sentimentalidade, uma tamanha relação com as palavras se cria. Um génio, um orgulho português.
Este poema é perfeito: o entendimento que procurava, a relação que me faltava e a compreensão que precisava para acordar. Não existe palavras para descrever tantos sentimentos que surgem com a leitura de simples palavras, não há nada capaz de o fazer, talvez só sentir.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Deuses Americanos
"Guru da fantasia, Neil Gaiman embarca num livro onde horror e prosa poética se combinam. Uma aventura onde o mágico e o mundano, o mito e o real, caminham lado a lado, levando-nos numa viagem repleta de humor ao extraordinário potencial da imaginação humana. Sombra é libertado da prisão no dia a seguir ao acidente que vitima mortalmente a sua mulher. Entretanto, recebe uma proposta de emprego de um estranho homem de nome Sr. Quarta-Feira, um deus "da velha guarda" que encarrega Sombra de reencontrar os deuses da sua estirpe para poder travar a inevitável batalha contra os deuses modernos. A viagem pela América, além de constituir o núcleo do enredo, oferece um olhar interessante sobre a cultura americana, agora tão distante dos valores e ideais que estiveram na origem da nação."
Neil Gaiman já nos habituou à sua escrita fantástica e cheia de humor, e não nos desilude em Deuses Americanos.
Este livro recheado de sarcasmo, fantasia, humor, lições de vida, frases genialmente construídas, mistério e horror prende-nos em cada momento. És capaz de soltar uma gargalhada numa determinada cena, sorrires com a ironia presente na maioria do texto, desesperares num momento angustiante e até revoltares-te com alguma personagem. Neil Gaiman é sem dúvida alguma um dos melhores escritores. Não há palavras para descrever um livro seu, só mesmo lendo. Este consegue transportar um mundo de fantasia para a realidade, construindo um equilíbrio, aceitação e possibilidade entre eles.
Um livro perfeito para quem gosta de tudo o que referi. Para quem gosta de sonhar sem esquecer a realidade, para quem gosta de um boa gargalhada, de um grande sentido de humor, de mitologia e de mistério.
estou rendida a este livro. uma dos melhores que tenho lido.
"Os deuses morrem. E, quando morrem mesmo, são esquecidos e ninguém os chora. As ideias são mais difíceis de matar do que as pessoas, mas, no fim é possível mata-las."
Neil Gaiman já nos habituou à sua escrita fantástica e cheia de humor, e não nos desilude em Deuses Americanos.
Este livro recheado de sarcasmo, fantasia, humor, lições de vida, frases genialmente construídas, mistério e horror prende-nos em cada momento. És capaz de soltar uma gargalhada numa determinada cena, sorrires com a ironia presente na maioria do texto, desesperares num momento angustiante e até revoltares-te com alguma personagem. Neil Gaiman é sem dúvida alguma um dos melhores escritores. Não há palavras para descrever um livro seu, só mesmo lendo. Este consegue transportar um mundo de fantasia para a realidade, construindo um equilíbrio, aceitação e possibilidade entre eles.
Um livro perfeito para quem gosta de tudo o que referi. Para quem gosta de sonhar sem esquecer a realidade, para quem gosta de um boa gargalhada, de um grande sentido de humor, de mitologia e de mistério.
estou rendida a este livro. uma dos melhores que tenho lido.
"Os deuses morrem. E, quando morrem mesmo, são esquecidos e ninguém os chora. As ideias são mais difíceis de matar do que as pessoas, mas, no fim é possível mata-las."
terça-feira, 5 de abril de 2011
Bat for Lashes
Horse and I
Pearl's Dream
Bat for Lashes, uma banda genial, com letras profundas e criativas, capazes de nos transportar para uma realidade tanto verídica como imaginária.
Estas duas músicas em particular, levam-me a um mundo medieval desconhecido e fantasioso, perfeito para os romances de Marion Zimmer Bradley. Ouvir estas músicas no momento em que se lê os livros desta maravilhosa escritora, é brilhante, pois conseguimos entrar totalmente neste mundo à parte, neste mundo inatingível sem alguma imaginação da nossa parte.
Pearl's Dream
Bat for Lashes, uma banda genial, com letras profundas e criativas, capazes de nos transportar para uma realidade tanto verídica como imaginária.
Estas duas músicas em particular, levam-me a um mundo medieval desconhecido e fantasioso, perfeito para os romances de Marion Zimmer Bradley. Ouvir estas músicas no momento em que se lê os livros desta maravilhosa escritora, é brilhante, pois conseguimos entrar totalmente neste mundo à parte, neste mundo inatingível sem alguma imaginação da nossa parte.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Às vezes entre a tormenta
"Às vezes entre a tormenta,
quando já umedeceu,
raia uma nesga no céu,
com que a alma se alimenta.
E às vezes entre o torpor
que não é tormenta da alma,
raia uma espécie de calma
que não conhece o langor.
E, quer num quer noutro caso,
como o mal feito está feito,
restam os versos que deito,
vinho no copo do acaso.
Porque verdadeiramente
sentir é tão complicado
que só andando enganado
é que se crê que se sente.
Sofremos? Os versos pecam.
Mentimos? Os versos falham.
E tudo é chuvas que orvalham
folhas caídas que secam."
Fernando Pessoa
Porque o estado de espírito pede este poema. Belo e poderoso. Inigualável.
Fernando Pessoa foi um génio, que nos ofereceu as palavras certas para cada estado de alma, mostrando sempre a sua genialidade, criatividade e maneira única de existir da sua mente e palavras.
quando já umedeceu,
raia uma nesga no céu,
com que a alma se alimenta.
E às vezes entre o torpor
que não é tormenta da alma,
raia uma espécie de calma
que não conhece o langor.
E, quer num quer noutro caso,
como o mal feito está feito,
restam os versos que deito,
vinho no copo do acaso.
Porque verdadeiramente
sentir é tão complicado
que só andando enganado
é que se crê que se sente.
Sofremos? Os versos pecam.
Mentimos? Os versos falham.
E tudo é chuvas que orvalham
folhas caídas que secam."
Fernando Pessoa
Porque o estado de espírito pede este poema. Belo e poderoso. Inigualável.
Fernando Pessoa foi um génio, que nos ofereceu as palavras certas para cada estado de alma, mostrando sempre a sua genialidade, criatividade e maneira única de existir da sua mente e palavras.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
The Masterplan
Adoro, adoro e adoro esta música. simplesmente genial.
É verdade que:
"I'm not saying right is wrong
It's up to us to make
The best of all the things that come our way
Coz everything that's been has past"
São as nossas escolhas que nos definem, somos nós que decidimos fazer da nossa vida o que ela é, somos nós que temos de ver o mundo de uma forma equilibrada e cinzenta, e não em pleno preto ou branco, somos nós, que na nossas plena consciência, vamos agir e fazer o que está certo. Simplesmente temos de aceitar os nossos erros e defeitos e aprender a viver com eles. Passado é passado, a vida é curta e imprevisível, temos de aproveita-la, temos que vive-la, temos que lhe sorrir e abraçar antes que ela nos fuja.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
The Youth
Because the youth is starting to change.
Música genial.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
9 Crimes
esta música é simplesmente linda.
9 Crimes by Damien Rice
sábado, 1 de janeiro de 2011
You've Got the Love
Primeira música que ouvi este ano. Apesar de não ser a minha preferida de Florence, não deixa de ser Florence + The Machine, não deixa de ser uma grande cantora, não deixa de ser uma música com uma grande letra, melodia e significado.
Bom Ano people.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Feliz Ano 2011
quero desejar a todos uma óptima entrada a 2011 e uma amigável despedida a 2010. Que tudo o que desejam se torne realidade e que tudo o que merecem também. Muita alegria e que tais.
Até para o ano.
Feliz Ano Novo
Até para o ano.
Feliz Ano Novo
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Natal
Tenho andado um bocado distante do blog mas não podia deixar de desejar um Feliz Natal para todos.
Desejo felicidade, amor, alegria, amizade, e todos os sentimentos que existem de bom.
Um Feliz Natal. :)
Desejo felicidade, amor, alegria, amizade, e todos os sentimentos que existem de bom.
Um Feliz Natal. :)
domingo, 12 de dezembro de 2010
My Friends- Silence 4
Esta é dedicada aos meus grandes amigos. que em ajudam em tudo o que preciso, me fazem rir, me fazem chorar, que me apoiam e me seguram quando estou prestes a cair, que me deixam implicar, que me deixam ser eu mesma e me aceitam dessa maneira. Obrigado por tudo. Adoro-vos.
I was so lost in my pain, fear was melting my brain,
I was counting the days to insanity, I was afraid to move myself
Afraid to hurt myself, more than I had until that day
Everything I believed in, everything I fought for
Was now underneath my feet and my heart beat
Was so gone, couldn't be felt by anyone
So alone it gave me the creeps
My drugs got me in bed went up to my head And I really don't wanna depend
So I'll stick to
My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my friends and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again...
I was counting the days to insanity, I was afraid to move myself
Afraid to hurt myself, more than I had until that day
Everything I believed in, everything I fought for
Was now underneath my feet and my heart beat
Was so gone, couldn't be felt by anyone
So alone it gave me the creeps
My drugs got me in bed went up to my head And I really don't wanna depend
So I'll stick to
My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my friends and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again...
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O'Children - Nick Cave
Esta música é simplesmente soberba. Nick Cave é, definitivamente, um grande escritor e músico. E uma música espectacular e perfeita para porem numa das cena de Harry Potter. :)
"Pass me that lovely little gun
My dear, my darting one
The cleaners are coming, one by one
You don't even want to let them start
They are knocking now upon your door
They measure the room, they know the score
They're mopping up the butcher's floor
Of your broken little hearts
O children
Forgive us now for what we've done
It started out as a bit of fun
Here, take these before we run away
The keys to the gulag
O children
Lift up your voice, lift up your voice
Children
Rejoice, rejoice
Here comes Frank and poor old Jim
They're gathering round with all my friends
We're older now, the light is dim
And you are only just beginning
O children
We have the answer to all your fears
It's short, it's simple, it's crystal clear
It's round about, it's somewhere here
Lost amongst our winnings
O children
Lift up your voice, lift up your voice
Children
Rejoice, rejoice
The cleaners have done their job on you
They're hip to it, man, they're in the groove
They've hosed you down, you're good as new
They're lining up to inspect you
O children
Poor old Jim's white as a ghost
He's found the answer that was lost
We're all weeping now, weeping because
There ain't nothing we can do to protect you
O children
Lift up your voice, lift up your voice
Children
Rejoice, rejoice
Hey little train! We are all jumping on
The train that goes to the Kingdom
We're happy, Ma, we're having fun
And the train ain't even left the station
Hey, little train! Wait for me!
I once was blind but now
I see Have you left a seat for me?
Is that such a stretch of the imagination?
Hey little train! Wait for me!
I was held in chains but now I'm free
I'm hanging in there, don't you see
In this process of elimination
Hey little train! We are all jumping on
The train that goes to the Kingdom
We're happy, Ma, we're having fun
It's beyond my wildest expectation
Hey little train! We are all jumping on
The train that goes to the Kingdom
We're happy, Ma, we're having fun
And the train ain't even left the station"
My dear, my darting one
The cleaners are coming, one by one
You don't even want to let them start
They are knocking now upon your door
They measure the room, they know the score
They're mopping up the butcher's floor
Of your broken little hearts
O children
Forgive us now for what we've done
It started out as a bit of fun
Here, take these before we run away
The keys to the gulag
O children
Lift up your voice, lift up your voice
Children
Rejoice, rejoice
Here comes Frank and poor old Jim
They're gathering round with all my friends
We're older now, the light is dim
And you are only just beginning
O children
We have the answer to all your fears
It's short, it's simple, it's crystal clear
It's round about, it's somewhere here
Lost amongst our winnings
O children
Lift up your voice, lift up your voice
Children
Rejoice, rejoice
The cleaners have done their job on you
They're hip to it, man, they're in the groove
They've hosed you down, you're good as new
They're lining up to inspect you
O children
Poor old Jim's white as a ghost
He's found the answer that was lost
We're all weeping now, weeping because
There ain't nothing we can do to protect you
O children
Lift up your voice, lift up your voice
Children
Rejoice, rejoice
Hey little train! We are all jumping on
The train that goes to the Kingdom
We're happy, Ma, we're having fun
And the train ain't even left the station
Hey, little train! Wait for me!
I once was blind but now
I see Have you left a seat for me?
Is that such a stretch of the imagination?
Hey little train! Wait for me!
I was held in chains but now I'm free
I'm hanging in there, don't you see
In this process of elimination
Hey little train! We are all jumping on
The train that goes to the Kingdom
We're happy, Ma, we're having fun
It's beyond my wildest expectation
Hey little train! We are all jumping on
The train that goes to the Kingdom
We're happy, Ma, we're having fun
And the train ain't even left the station"
domingo, 21 de novembro de 2010
Harry Potter and the Deathly Hallows

Finalmente já estreou e eu já fui vê-lo. O filme está simplesmente espectacular. Extremamente fiel ao livro, e com actores que deram o seu melhor, consegue transmitir os sentimentos que as personagens deixam transparecer, tão bem, que nós sofremos, rimos e choramos com elas. Não tenho palavras. Simplesmente amei o filme. Como fã dos livros e da saga, acho que este foi o primeiro filme que fui ver em que não fiquei desiludida por terem cortado determinada parte do livro. Conseguiram fazer o filme perfeito e emocionante sem deixarem para trás o humor único de determinadas personagens, que no meio de tanta tensão, arrancam umas boas gargalhadas ao espectador. É equilibrado com partes onde rimos, outras onde as lágrimas correm livremente pelas caras, e outras onde suspendemos a respiração e sofremos com as personagens ou mesmo damos pulos inesperados na cadeira. Os grandes actores que nos trazem as carismáticas personagens de Rowling, conseguiram dar o seu melhor e impressionar o espectador sem dúvida nenhuma. Tenho que dizer que, apesar de todos os três terem feito um trabalho impressionante e óptimo, Rupert Grint (Ron) é aquele que nos puxa mais e nos faz dizer "ele é genial!".Harry Potter e os Talismãs da Morte, tornou-se, à semelhança do livro, o meu filme preferido da saga até agora. Mais maduro e emocionante, é genial e épico! Amei, amei, amei!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Donnie Darko
Filme brilhante, que não haja dúvidas.
Entras num mundo diferente, um mundo que só tu conheces e vives. Um mundo imaginário mas real da vida. Passas cada minuto deste filme a tremer pelo o que vai acontecer e a respirar cada segundo longamente, para no fim te chegar a resposta. Mexe muito com a nossa mente e sensibilidade, tornando-se genial. O fim é a chave, a volta ao passado e à certeza, à essência da vida, do caminho certo a percorrer. Há algum tempo que não via um filme que me fizesse chorar como este, com a sua beleza e entendimento da vida, ligado a uma banda sonora soberba que o enriquece. Quase que não tenho palavras para o descrever.
"...Sometimes I'm afraid of what you might tell me. Sometimes I'm afraid that you'll tell me that this is not a work of fiction. I can only hope that the answers will come to me in my sleep. I hope that when the world comes to an end, I can breathe a sigh of relief, because there will be so much to look forward to."
Entras num mundo diferente, um mundo que só tu conheces e vives. Um mundo imaginário mas real da vida. Passas cada minuto deste filme a tremer pelo o que vai acontecer e a respirar cada segundo longamente, para no fim te chegar a resposta. Mexe muito com a nossa mente e sensibilidade, tornando-se genial. O fim é a chave, a volta ao passado e à certeza, à essência da vida, do caminho certo a percorrer. Há algum tempo que não via um filme que me fizesse chorar como este, com a sua beleza e entendimento da vida, ligado a uma banda sonora soberba que o enriquece. Quase que não tenho palavras para o descrever.
"...Sometimes I'm afraid of what you might tell me. Sometimes I'm afraid that you'll tell me that this is not a work of fiction. I can only hope that the answers will come to me in my sleep. I hope that when the world comes to an end, I can breathe a sigh of relief, because there will be so much to look forward to."
domingo, 31 de outubro de 2010
Halloween
Happy Halloween!
Não é uma festa muito celebrada em Portugal, mas não deixa de ser divertida.
Óptimo para descomprimir depois de uma semana de pesadelo. (tem piada não tem? A noite que supostamente devia ser um pesadelo é completamente o contrário.)
Beware and have fun tonight people. The monsters are out there. :D
Não é uma festa muito celebrada em Portugal, mas não deixa de ser divertida.
Óptimo para descomprimir depois de uma semana de pesadelo. (tem piada não tem? A noite que supostamente devia ser um pesadelo é completamente o contrário.)
Beware and have fun tonight people. The monsters are out there. :D
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Life
Life is short,
Life is unfair,
Life is life.
Cada palavra e cada momento são a construção da vida. A vida é injusta. A vida deixa-nos à deriva e espanta nos em cada dia. Ela dá-nos e ela tira-nos. É incerta. É bela. É tristeza. É alegria. É lágrimas. É sentimentos. És tu.
Ela tira-nos o que é importante, deixa-nos vazios e tristes, mostra-nos a verdade e a dor. É difícil. É uma linha cheia de altos e baixos, onde caímos e nos levantamos, onde sorrimos e choramos, onde aprendemos e somos quem somos. Nela cada pessoa é um bocado de ti. Cada um dos que amas fez de ti o que és, e mesmo quando estes nos deixam eles estão sempre presentes. Eles estão nas memórias, eles estão no teu sangue e na tua alma. Eles não te deixam nunca. Tu és parte deles e eles parte de ti. Podem já não caminhar, podem estar melhor ou não, podem ter deixado de sofrer nesta vida injusta, mas estão sempre contigo. Nos teus gestos, no teu riso, nas memórias de momentos mágicos. Eles estão aqui porque tu o estás.
O sofrimento que nos é trazido ajuda-nos e completa-nos mesmo que não o queiramos.
Temos que viver ao máximo, temos que sorrir, temos de rir, temos que deixar que amor e carinho nos envolva, temos que fazer tudo por tudo pois, só temos esta curta vida.
This is for you. Thank you for all your hugs, for all your kisses, for all your love, for all your words, for all the things you gave me. I miss you. You'll always be here <3.
Life is unfair,
Life is life.
Cada palavra e cada momento são a construção da vida. A vida é injusta. A vida deixa-nos à deriva e espanta nos em cada dia. Ela dá-nos e ela tira-nos. É incerta. É bela. É tristeza. É alegria. É lágrimas. É sentimentos. És tu.
Ela tira-nos o que é importante, deixa-nos vazios e tristes, mostra-nos a verdade e a dor. É difícil. É uma linha cheia de altos e baixos, onde caímos e nos levantamos, onde sorrimos e choramos, onde aprendemos e somos quem somos. Nela cada pessoa é um bocado de ti. Cada um dos que amas fez de ti o que és, e mesmo quando estes nos deixam eles estão sempre presentes. Eles estão nas memórias, eles estão no teu sangue e na tua alma. Eles não te deixam nunca. Tu és parte deles e eles parte de ti. Podem já não caminhar, podem estar melhor ou não, podem ter deixado de sofrer nesta vida injusta, mas estão sempre contigo. Nos teus gestos, no teu riso, nas memórias de momentos mágicos. Eles estão aqui porque tu o estás.
O sofrimento que nos é trazido ajuda-nos e completa-nos mesmo que não o queiramos.
Temos que viver ao máximo, temos que sorrir, temos de rir, temos que deixar que amor e carinho nos envolva, temos que fazer tudo por tudo pois, só temos esta curta vida.
This is for you. Thank you for all your hugs, for all your kisses, for all your love, for all your words, for all the things you gave me. I miss you. You'll always be here <3.
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